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The natural four-letter genetic alphabet, comprised of just two base pairs (dA-dT and dG-dC), is conserved throughout all life, and its expansion by the development of a third, unnatural base pair has emerged as a central goal of chemical and synthetic biology. We recently developed a class of candidate unnatural base pairs, exemplified by the pair formed between d5SICS and dNaM. Here, we examine the PCR amplification of DNA containing one or more d5SICS-dNaM pairs in a wide variety of sequence contexts. Under standard conditions, we show that this DNA may be amplified with high efficiency and greater than 99.9% fidelity. To more rigorously explore potential sequence effects, we used deep sequencing to characterize a library of templates containing the unnatural base pair as a function of amplification. We found that the unnatural base pair is efficiently replicated with high fidelity in virtually all sequence contexts. The results show that, for PCR and PCR-based applications, d5SICS-dNaM is functionally equivalent to a natural base pair, and when combined with dA-dT and dG-dC, it provides a fully functional six-letter genetic alphabet.

via Efficient and sequence-independent replication of DNA containing a third base pair establishes a functional six-letter genetic alphabet.

A conclusão que nos interessa tirar do resultado da pesquisa supra — e independentemente da intenção de criação de DNA artificial ou sintético — é a seguinte: o DNA natural — aquele que existe em nós todos — não é predestinado pela natureza, ou seja, essas experiências demonstram que outros códigos genéticos são possíveis e que o DNA natural não foi a única solução possível escolhida pela natureza. Digamos que a natureza escolheu um código DNA de 4 letras “porque quis”!

Os darwinistas poderão dizer que o código de 4 letras “surgiu depois de a seleção natural o ter escolhido”. Mas é uma grande treta, porque não têm provas; a tese não é verificável: pura metafísica! Pura especulação!, para além de escamotearem o problema da origem dos códigos do DNA — sem os códigos, o DNA -molécula não significaria nada! O mesmo se aplica ao novo DNA sintético de 6 letras: os seus criadores tiveram que lhe atribuir um código [tiveram que lhe atribuir um significado], sem o qual ele significaria nada.

Verificamos aqui um caso curioso: a inteligência humana criou um DNA sintético de codificação de 6 letras. E, por estranho que nos possa parecer, a nós, ser humanos inteligentes, os darwinistas dizem-nos que o DNA natural [de 4 letras] surgiu por processos indiretos decorrentes da seleção natural mediante mutações aleatórias e de pequenos passos… (???!!!!)

Por analogia, podemos dizer que o DNA é, como molécula, como um HD de um computador, mas sem informação; e só depois de se colocar a informação no disco é que o DNA [a molécula] passa a ser propriamente DNA com o código inserido. E a informação do código do DNA é necessariamente produto de inteligência. O resto é uma grande treta!

http://espectivas.wordpress.com/2012/07/11/a-natureza-escolheu-um-adn-de-4-letras-porque-quis/

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