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O evolucionismo diz agora que as mutações genéticas aleatórias já não são totalmente aleatórias, porque a seleção natural escolhe a aleatoriedade das mutações genéticas que são, em princípio, aleatórias. Ou seja, a nova tese diz a seleção natural é inteligente e tem livre-arbítrio, na medida em que escolhe quando uma mutação genética deve ser aleatória ou deve obedecer a uma qualquer finalidade.
Em princípio, as mutações genéticas são aleatórias quando chove, por causa do frio. Quando faz sol, as mutações genéticas já não são aleatórias porque gostam de ir para a praia.
Um insignificante problema — irrelevante, até! — da nova teoria da não-aleatoriedade das mutações genéticas aleatórias é o de que existem “dificuldades técnicas” na verificação da teoria; mas fora isso, é indubitavelmente um fato!. Não são as “dificuldades técnicas” na verificação que retiram a veracidade à teoria da não-aleatoriedade das mutações genéticas aleatórias. Em nome da ciência.
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