O masculino e o feminino são “construções sociais”?
Resposta: sim; quando convém ao politicamente correto e ao feminismo. Quando não convém, não são construções sociais. “Depende dos casos; tudo é relativo; a verdade não existe; pardais ao ninho”; etc..
Keeling é o nome de um jovem rapaz de 13 anos que há dois anos — desde os 11 anos — joga hóquei-em-campo na equipe da sua escola. Acontece que a equipe da escola é feminina, e Keeling é o único rapaz que joga na equipe porque não existe uma equipe de hóquei-em-campo masculina na escola. O hóquei-em-campo não é um esporte popular nos Estados Unidos, e Keeling, tendo sido educado na Irlanda, desde cedo começou a praticar hóquei-em-campo neste país. Até aqui, tudo certo.

Acontece que Keeling foi expulso da equipe feminina de hóquei-em-campo, depois de dois anos de participação na equipe. E a razão para a expulsão de Keeling da equipe é a de que ele [Keeling] “provoca um efeito adverso em algumas das jogadoras adversárias”, e que “as regras determinam que ele poderia jogar numa equipe feminina se não fosse o jogador dominante da equipe”.
Ou seja: um rapaz pode jogar hóquei numa equipe feminina desde que não saiba jogar; e se souber jogar e assumir uma posição “dominante” na equipe, então é expulso [em nome da “igualdade entre os gêneros”].
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