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Será que a ideologia de neutralidade de género elimina as diferenças fundamentais existentes entre os dois sexo? Não; porque isso é uma impossibilidade objetiva. Se mudarmos os nomes às coisas, as coisas não deixam, por isso, de ser na sua essência aquilo que são.

O governo argentino de Cristina Kirchner entrou numa deriva peronista. A história vai e vem. Desta vez, o novo peronismo argentino adota também a ideologia de neutralidade de genero que é uma característica do marxismo cultural.

O novo Código Civil da Argentina, proposto pela neo-peronista Kirchner, prevê a eliminação da exigência de se atribuir nomes às crianças que sejam inequívocos quanto ao sexo da criança em causa: por exemplo, segundo o novo Código Civil argentino, uma menina pode receber o nome de Roberto, ou Orlando, ou Joaquim; e um menino poderá receber o nome de Joana, ou Sofia, ou Miquelina.

Pelo fato de se chamar Joaquim a uma menina, ela deixa de ser do sexo feminino e de ter todas as características próprias do sexo feminino? Não!; essa menina de nome Joaquim será certamente uma menina do sexo feminino característica da espécie humana. E pelo fato de um menino receber o nome de Manuela, deixará de ser do sexo masculino? Naturalmente que não. Então, o que é que a ideologia de genero pretende?

O que a ideologia de genero pretende é que a sexualidade dos futuros adultos venha a resultar de uma nova construção cultural imposta pelas elites, porque o marxismo cultural acredita que a cultura antropológica é, toda ela, uma construção social; e acredita que a própria diferença entre o homem e a mulher não provém da natureza, mas antes é também uma construção cultural.

O que a ideologia de genero pretende é alterar a essência das coisas mediante a mudança dos nomes que se dão a essas coisas. Essa gente precisa de ser interditada e internada com urgência.

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