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«The psychologist Vanessa Davies wrote: “After my abortion, I became destructive and emotionally unstable, moody, tearful, lethargic. I was unable to forget or come to turns with what had happened.”

However, the American Psychological Association, with its strong “pro-choice” ideology, is unlikely to be interested.»via Shutting Down the Debate: Abortion and Mental Health | Crisis Magazine.

As mulheres que passaram pela experiência do aborto sabem muito bem que o aborto as prejudica; quem não sabe disso, porque não tem experiência, é o homem.

E se as mulheres sabem, por experiência própria, que o aborto lhes causa danos físicos e psicológicos que podem ser extremamente graves; e se partirmos do princípio racional segundo o qual as mulheres não são masoquistas — então chegamos à conclusão de que o aborto é uma imposição cultural masculina em relação à mulher, e cinicamente imposta em nome da “liberdade da mulher”.

Na medida em que a mulher é um ser humano e, por isso, um ser racional, não faz sentido que se pense que a auto-flagelação física e psicológica é uma característica endógena da mulher. Qualquer pessoa racional recusa esta hipótese. Não passa pela cabeça de uma pessoa minimamente inteligente que a mulher goste de sofrer.

Uma pessoa que escolha o sofrimento físico e psicológico não pode estar na posse plena do seu juízo. Não é racional que um ser humano — como é a mulher —, em seu pleno juízo, escolha sofrer, a não ser que esse sofrimento lhe seja imposto em troca de uma qualquer prerrogativa social: o sofrimento da mulher que aborta é “compensado” pelo macho politicamente correto mediante o acesso ao trabalho, por exemplo.

O fenomeno cultural do “aborto livre” é a expressão máxima do machismo politicamente correto em circulação na nossa sociedade.

http://espectivas.wordpress.com/2012/04/17/o-machismo-politicamente-correcto-e-o-pior-de-todos-porque-se-esconde-por-detras-da-alegada-liberdade-da-mulher/

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