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Telefones conceituais já se tornaram comuns entre os aficionados por tecnologia. Frutos de mentes criativas e apaixonadas por tecnologia, essas imagens costumam ter ótimas qualidades – melhor até que alguns renders de empresas grandes. O último conceito de smartphone que tem feito sucesso foi criado pela empresa Tasak, que se inspirou na Nokia para criar o "Lumia 1000".

Render do conceito do Nokia Lumia 1000 (Foto: Reprodução/Phone Arena)Render do conceito do Nokia Lumia 1000 (Foto: Reprodução/Phone Arena)

O produto parte do princípio que a marcha natural de evolução da parceria Nokia/Microsoft direciona as empresas para lançamentos de telefones mais potentes, mais completos e com sistemas mais poderosos. Além disso, a Tasak aproveitou o lançamento do Nokia 808 PureView para assimilar sua poderosa câmera de 41 megapixels ao conceito.

O "Nokia Lumia 1000" possui um processador Intel Atom de 1.8 GHz dual core, que certamente é o mesmo utilizado hoje em dispositivos móveis, mas contradiz com o que o CEO da Nokia, Stephen Elop, afirmou recentemente: 'smartphones com processadores com dois ou quatro núcleos são um desperdício de bateria'. Mas vamos imaginar que o tempo passou e Elop mudou de ideia…

A tabela de especificações continua com uma tela AMOLED de 4,3 polegadas, com resolução de 1024 x 768 pixels, muito bem montado e com bordas laterais que aproveitam todo o espaço da tela. Para beneficiar a produtividade do usuário, o Lumia 1000 viria com um teclado QWERTY slide com um pequeno joystick integrado, facilitando a navegação do usuário na interface e a vida dos gamers durante os jogos.

Para completar, o modelo conceitual receberia a câmera de 41 megapixels, presente no Nokia 808 PureView, bem como uma unidade gráfica PowerVR de 533 MHz, memória interna de 64 GB (com slot para cartão de memória de até 32 GB), 2 GB de RAM, câmera frontal VGA, conectividade NFC, USB 3.0, acelerômetro e sensor de proximidade, dentre outros recursos encontrados nos smartphones mais modernos.

Outro detalhe importante desse conceito é que ele utiliza o sistema operacional Windows 8, no lugar de uma futura versão do Windows Phone. Essa escolha até faz sentido, uma vez que o produto utiliza um processador Intel Atom, capaz de rodar uma versão mais robusta do sistema operacional. Na prática, o modelo entraria na categoria de “foblets”, ou um híbrido entre telefone e tablet, não tanto pelas dimensões de tela, mas por contar com um hardware robusto o suficiente para oferecer os mesmos recursos dos dispositivos com telas maiores.

E você? O que achou do Nokia Lumia 1000?

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